Quem sou eu
Celebre e agradeça a vida como grande bênção...
Deus ilumine o Brasil e o mundo, em nome de Jesus Cristo! Amém!
Parabéns, Srs. juizes...Continuem assim. Cuspam bastante na cara do povo...Ignorem bastante o sofrimento do povo saqueado e, depois, acertem as suas contas com o Universo: vocês e seus\suas comparsas em roubar a população. Mas, não se enganem: o Universo, a seu tempo, fará a justiça prevalecer...
sábado, 28 de junho de 2014
sexta-feira, 27 de junho de 2014
segunda-feira, 16 de junho de 2014
quinta-feira, 12 de junho de 2014
segunda-feira, 9 de junho de 2014
sábado, 7 de junho de 2014
sexta-feira, 6 de junho de 2014
quinta-feira, 5 de junho de 2014
"CASAL CONJUGAL" é diferente de "CASAL PARENTAL"
Valéria Giglio Ferreira - Psicóloga - www.amar.psc.br
Ter pai/mãe presentes, orientadores e respeitadores é tudo de bom!
Mas, quando PAI ou MÃE são desequilibrados: super-protetores ou abandônicos, isto é sempre fonte de sofrimento para seus filhos/as.
Pai e mãe precisam ser além de presentes, equilibrados e maduros (adultos o bastante) para exercerem adequadamente as funções de pai e mãe: cuidar, orientar, proteger, educar, criar...
É preciso lembrar que o "casal conjugal" (marido e esposa) pode se desfazer, mas, o "casal parental" (pai e mãe) segue junto para sempre, pois, para sempre serão pai e mãe dos mesmos filhos/as, e neste aspecto, precisam se unir pelo bem da sua prole, mesmo que seja a despeito de seus desentendimentos pessoais como cônjuges ou ex-cônjuges.
Assim, brigas conjugais não devem se misturar com a educação dos filhos do casal ou do ex-casal.
Existe uma responsabilidade inerente à procriação e ela inclui aceitar - se não o comportamento conjugal do outro - o seu direito e dever de participação na condução do processo educativo dos filhos/as que possuem juntos.
Não é justo nem saudável jogarem seus desentendimentos nos filhos, buscando alianças de um contra o outro.
Brigas e mais brigas que não chegam a uma solução boa para as crias não ajudam em nada, mas, desgastam e até enlouquecem os filhos/as do casal. Ninguém merece nem deveria passar por isto!
O que pai e mãe precisam é encontrar um jeito de negociarem suas diferenças com bom senso, em nome da criação de seus filhos/as, mesmo que já tenham se separado. Seus filhos precisam disto para seguirem menos traumatizados pelo divórcio ou pela separação dos pais. É o mínimo que pai e mãe responsáveis e adultos devem fazer.
A única exceção cabível é quando fica caracterizado comportamento omisso ou abusivo por uma das duas partes: por parte do pai ou mesmo da mãe, colocando em risco a integridade física, psicológica ou mental dos filhos/as.
Se foram capazes de fazê-los juntos, têm que ser capazes de educá-los juntos...Esta é a consequência mínima de gerar filhos/as com alguém e o desafio que cabe a qualquer casal parental.
Mas, quando PAI ou MÃE são desequilibrados: super-protetores ou abandônicos, isto é sempre fonte de sofrimento para seus filhos/as.
Pai e mãe precisam ser além de presentes, equilibrados e maduros (adultos o bastante) para exercerem adequadamente as funções de pai e mãe: cuidar, orientar, proteger, educar, criar...
É preciso lembrar que o "casal conjugal" (marido e esposa) pode se desfazer, mas, o "casal parental" (pai e mãe) segue junto para sempre, pois, para sempre serão pai e mãe dos mesmos filhos/as, e neste aspecto, precisam se unir pelo bem da sua prole, mesmo que seja a despeito de seus desentendimentos pessoais como cônjuges ou ex-cônjuges.
Assim, brigas conjugais não devem se misturar com a educação dos filhos do casal ou do ex-casal.
Existe uma responsabilidade inerente à procriação e ela inclui aceitar - se não o comportamento conjugal do outro - o seu direito e dever de participação na condução do processo educativo dos filhos/as que possuem juntos.
Não é justo nem saudável jogarem seus desentendimentos nos filhos, buscando alianças de um contra o outro.
Brigas e mais brigas que não chegam a uma solução boa para as crias não ajudam em nada, mas, desgastam e até enlouquecem os filhos/as do casal. Ninguém merece nem deveria passar por isto!
O que pai e mãe precisam é encontrar um jeito de negociarem suas diferenças com bom senso, em nome da criação de seus filhos/as, mesmo que já tenham se separado. Seus filhos precisam disto para seguirem menos traumatizados pelo divórcio ou pela separação dos pais. É o mínimo que pai e mãe responsáveis e adultos devem fazer.
A única exceção cabível é quando fica caracterizado comportamento omisso ou abusivo por uma das duas partes: por parte do pai ou mesmo da mãe, colocando em risco a integridade física, psicológica ou mental dos filhos/as.
Se foram capazes de fazê-los juntos, têm que ser capazes de educá-los juntos...Esta é a consequência mínima de gerar filhos/as com alguém e o desafio que cabe a qualquer casal parental.
terça-feira, 3 de junho de 2014
segunda-feira, 2 de junho de 2014
NAMORO - Entrevista com Valéria Giglio Ferreira - Psicóloga
Entrevista de Valéria Giglio Ferreira, psicóloga individual, de casal e familiar sobre NAMORO
TV Educadora
Entrevistador Luciano Dami
Esta entrevista possui 3 partes postadas em sequência.
Parte 1quarta-feira, 28 de maio de 2014
terça-feira, 27 de maio de 2014
sábado, 24 de maio de 2014
quinta-feira, 22 de maio de 2014
terça-feira, 20 de maio de 2014
sexta-feira, 16 de maio de 2014
quinta-feira, 15 de maio de 2014
quarta-feira, 14 de maio de 2014
segunda-feira, 12 de maio de 2014
sábado, 10 de maio de 2014
segunda-feira, 5 de maio de 2014
Todo dia é "Dia das Mães"!
QUANDO CHEGA A HORA, TEM QUE NASCER...
Valéria Giglio Ferreira - www.amar.psc.br
E parece que tem uma hora que a vida vai apertando a gente, e como uma mãe gestante aos nove meses - meses em que outrora nos nutriu, aqueceu e protegeu - já não nos dá outra saída a não ser a de tomarmos uma atitude e mudarmos de fase...
Pois, "quando dá os nove meses tem que nascer, ou então, é risco para a mãe e para o bebê".
Nesta hora, o espaço que era enorme já está apertado, nos permite pouca movimentação, o antigo já não nos alimenta como precisamos, nosso crescimento pede mais!
Sim, a pressão é para mudarmos de fase, desfazendo a antiga simbiose, saindo do conhecido em direção ao novo, ao espaçoso, à autonomia.
A vida é mãe zelosa e não nos dá outra alternativa: temos que crescer...Se resistirmos, ela nos pressionará ao máximo!
- Mas, como crescer?
Abandonando o antigo e o obsoleto em nossa vida e acolhendo o criativo e também o desconhecido com todo o seu potencial de favorecer nosso crescimento em um novo ambiente, um novo contexto, agora, mais adequado à nova etapa do nosso desenvolvimento.
Neste clímax, não nos resta outra alternativa, a não ser...nascer!!!
Então, já fora do ventre, vamos nos dando conta de que:
"...crescer dói, mas, depois que cresce é bom..."
E assim, seguiremos sempre gratos/as: a Deus e ao Espírito Santo que nos deram a vida e a luz, à mãe e ao pai que nos conceberam e ao ventre que caprichosamente nos gerou...
sábado, 3 de maio de 2014
quarta-feira, 30 de abril de 2014
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