Celebre e agradeça a vida como grande bênção...

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Deus ilumine o Brasil e o mundo, em nome de Jesus Cristo! Amém!

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Parabéns, Srs. juizes...Continuem assim. Cuspam bastante na cara do povo...Ignorem bastante o sofrimento do povo saqueado e, depois, acertem as suas contas com o Universo: vocês e seus\suas comparsas em roubar a população. Mas, não se enganem: o Universo, a seu tempo, fará a justiça prevalecer...

quarta-feira, 12 de agosto de 2026

O bem e o mal?

O BEM E O MAL, segundo seus proprietários, proprietárias e proprietáries (🤪)! 

O que me incomoda, nessa questão de gênero, são as imaturidades, a infantilidade dos argumentos, as projeções da sombra de cada um sobre o outro, o maniqueísmo e, finalmente, a incompletude das narrativas ativistas quando, pretensamente, tentam distribuir o bem e do mal, segundo gêneros, desconsiderando que essa dicotomia (mal e bem) é - em diferentes graus evolutivos, sim - intrínseca aos humanos, humanas e (kkk) humanes! 

A questão do bem e do mal está ligada aos processos de individuação, aos processos evolutivos próprios de cada um e, não, aos gêneros. 

Se o “machismo chauvinista” já era bem ruim, o “feminismo chauvinista” não é em nada melhor - ao contrário, se equivale.

Essa briga dos sexos reflete, somente, uma grande e tola infantilidade, algo incompatível com adultos (as) funcionais.

O caminho não está na divisão, mas na na integração dos opostos.


Valéria Giglio Ferreira 

Psicóloga e Psicoeducadora

sábado, 8 de agosto de 2026

Conexões…

E é assim que acontece em vínculos que se rompem: primeiro o descuidar, depois, um leve afastamento, depois, o acostumar-se com o afastamento, a diminuição da conexão e, então, a desconexão ou desligamento.

Mas, nas relações conjugais e familiares (especialmente, parentes  de 1º grau), se desligar, tem que religar: para que não haja  a produção de sintomas. 

Então, o desafio é encontrar o “ponto ótimo” (saudável) de conexão, em cada relacionamento.

Valéria Giglio Ferreira, psicóloga e educadora.