O BEM E O MAL, segundo seus proprietários, proprietárias e proprietáries (🤪)!
O que me incomoda, nessa questão de gênero, são as imaturidades, a infantilidade dos argumentos, as projeções da sombra de cada um sobre o outro, o maniqueísmo e, finalmente, a incompletude das narrativas ativistas quando, pretensamente, tentam distribuir o bem e do mal, segundo gêneros, desconsiderando que essa dicotomia (mal e bem) é - em diferentes graus evolutivos, sim - intrínseca aos humanos, humanas e (kkk) humanes!
A questão do bem e do mal está ligada aos processos de individuação, aos processos evolutivos próprios de cada um e, não, aos gêneros.
Se o “machismo chauvinista” já era bem ruim, o “feminismo chauvinista” não é em nada melhor - ao contrário, se equivale.
Essa briga dos sexos reflete, somente, uma grande e tola infantilidade, algo incompatível com adultos (as) funcionais.
O caminho não está na divisão, mas na na integração dos opostos.
Valéria Giglio Ferreira
Psicóloga e Psicoeducadora
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Valéria Giglio Ferreira
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