- Porque, a maioria dos homens infiéis não deixa a esposa???
- Resposta: porque casamentos são encaixes psíquicos.
#criseconjugaltemjeito
https://www.instagram.com/p/DKxiTKLyoGf/?igsh=aGJmeWF5dWhiemJ4
- Porque, a maioria dos homens infiéis não deixa a esposa???
- Resposta: porque casamentos são encaixes psíquicos.
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Muito cuidado com o que denominei “RELAÇÕES DO TIPO VASO SANITÁRIO”: ocorrem quando uma pessoa se recusa a mudar, mas fica defecando suas reclamações na mente dos outros, para aliviar-se, mas, sem a intenção de mudar a si mesmo (a): o erro é, sempre, visto como estando fora.
Depois disso, essa pessoa sai feliz da defecação e os outros intoxicados com os excrementos emocionais alheios.
Valéria GF, psicóloga.
As disfunções e emaranhados familiares bloqueiam - e muito - o desenvolvimento dos membros desses sistemas familiares disfuncionais! Bora, mudar isso!
ESTRATÉGIA DE DOMINAÇÃO BEM CONHECIDA: desorganizar para melhor subjugar.
Destruir a organização da tribo para mais facilmente dominar os indígenas: essa estratégia é do tempo das invasões europeias, nas Américas.
Portugueses faziam isso quando desciam das caravelas para subjugar os índios: tiravam tudo do lugar e acabavam com as referências dos nativos que, desnorteados, ficavam frágeis e domináveis.
Essa é armadilha é velha!
Palhaçada. Conta outra que essa não colou!
Valéria GF., psicóloga e educadora.
Narcisistas são predadores! E - Deus nos livre e guarde! - nos finalmente da presa, narcisistas fazem cara que não tiveram nada a ver com aquele triste desfecho da vítima, que “só tentaram ajudar, mas o que fazer se a pessoa foi fraca?”.
CONHECER IMPLICA EM AMPLIAR O OLHAR PARA VER OS DIVERSOS LADOS DA QUESTÃO!
Conhecer algo superficialmente e achar que já sabe tudo disso pode levar a graves equívocos!
Cuidado! Perigo: as redes sociais e, hoje em dia, até algumas escolas e universidades, frequentemente, dão explicações simplistas e superficiais para questões complexas; com isso, as pessoas acham que sabem daquilo que elas só ouviram falar.
Valéria Giglio Ferreira, psicóloga e educadora.
Sabemos, na Psicologia, que grande parte dos distúrbios de alimentação - para mais ou para menos - estão relacionados a uma relação mal-resolvida com a mãe, a despeito das aparências familiares e sociais.
Não me refiro às pessoas especificamente, apenas menciono uma questão teórica e clínica geral, à propósito de excesso ou falta de peso: quando ocorre um caso de anorexia ou pré-anorexia - genericamente falando -, na Psicologia, dizemos que a pessoa vive na chamada "gaiola de cristal": essa pessoa parece livre, entretanto, ao tenta sair da gaiola invisível e de suas amarras, depara-se com robustas grades, geralmente, construídas no vínculo com a figura materna.
Na obesidade, as grades estão dentro, na forma de sobrepeso; na anorexia, as grades estão fora, na gaiola invisível cuja chave fica com uma mãe, geralmente, do tipo dominadora.
Valéria Giglio Ferreira
Psicóloga e Psicoeducadora.
Criei esse conceito - Nostalgia do não - vivido” para nomear aquele conjunto de lembranças dia potências não vividos, como semente que se giram sem nunca terem podido brotar…
“Nostalgia do não-vivido”: presente em todas as despedias, especialmente, quando mudamos de fase…
Valéria Giglio Ferreira, psicóloga e Psicoeducadora.
O “NÃO FUNCIONAL”:
Quando pai e mãe dizem NÃO, esse NÃO precisa sinalizar um limite real e adequado; então, esse pai e essa mãe precisam ser capazes de sustentar seu NÃO FUNCIONAL, com firmeza e gentileza.
Dá trabalho! Mas, não educar dá mais trabalho! Só muda o momento!
Do contrário, se eles cedem e autorizam o que levaria ao desvio do caminho educativo, eles perderão toda a credibilidade em sua capacidade de educar funcionalmente, diante de seus filhos e filhas, tornando o seu NÃO fraco em ato deseducativo e objeto de chacota.
Se você diz o NÃO FUNCIONAL - aquele adequado, explicado e no lugar certo - mas, cede, você está mandando dupla mensagem e confundindo a cabeça de seu filho (a).
Nesse caso, o desrespeito intrafamiliar, não tardaria.
Educar dá trabalho. Não educar dá mais trabalho!
Valéria Giglio Ferreira, educadora e psicóloga.
Sabemos, na Psicologia, que grande parte dos distúrbios de alimentação - para mais ou para menos - estão relacionados a uma relação não/mal/resolvida com a mãe, a despeito das aparências familiares e sociais.
Não me refiro às pessoas, especificamente, apenas menciono uma questão teórica e clínica geral, à propósito de excesso ou falta de peso.
Por exemplo, quando ocorre um caso de anorexia ou pré-anorexia - genericamente falando -, na Psicologia, dizemos que a pessoa vive na chamada “gaiola de cristal”: essa pessoa parece livre, entretanto, ao tenta sair da gaiola invisível e de suas amarras, depara-se com robustas grades, geralmente, construídas no vínculo com a figura materna.
Na obesidade, as grades estão dentro, na forma de sobrepeso; na anorexia, as grades estão fora, na gaiola invisível cuja chave fica com uma mãe, geralmente, do tipo dominadora.
Valéria Giglio Ferreira, psicóloga e psicoeducadora. #amarcursosparacasalefamília #valériagiglioferreirapsicóloga
Como psicóloga, identifico e afirmo o seguinte: no NARCISISMO, o “gaslighting” é comparado à tentativa dos vírus/bactérias ou fungos nocivos à saúde de enganar o sistema imunológico da presa, para fazer a invasão/predação.
Expandindo essa minha conceituação em conversa com o Chat GPT:
“A pessoa usava três estratégias de gaslighting: 1) dizer que estava deprimida ou doente, 2) cobrar atenção de modo intimidatório ou 3) se mostrar encantadora.”
Vou organizar seu pensamento para ficar claro, estruturado e pronto para integrar no seu material teórico.
1. Gaslighting como padrão de manipulação:
Gaslighting não é só mentira ou distorção da realidade. É uma tentativa sistemática de desestabilizar a percepção do outro, fazendo-o duvidar de si mesmo ou se sentir culpado.
Meu comentário: “desestabilizar para, depois, sugar.
No caso, você observou três padrões recorrentes:
1️⃣ Dizer que estava deprimida ou doente.
Meu comentário, como psicóloga: o objetivo é abaixar a guarda levando a presa a ver o agressor como alguém frágil, portanto não-agressivo (a), não-perigoso (a).
2️⃣ Cobrar atenção de modo intimidatório.
Meu comentário, como psicóloga: ceder ao pregador (a), por medo da punição.
3️⃣ Se mostrar encantadora.
Meu comentário, como psicóloga: enviar dupla mensagem para fazer a presa ficar confusa sobre sua própria avaliação da realidade e medo de ser injusta.
2. Observação clínica importante.
Você já percebeu algo essencial: não é um gesto isolado que machuca, mas o padrão sistêmico e repetitivo.
Meu comentário, como psicóloga: depende do grau e da intensidade desse ato isolado.
📌 Em termos de relações sequeladas, o gaslighting funciona como uma ferramenta de manutenção do controle e da manipulação emocional.
3. Um critério de análise útil
Sempre que avaliar comportamentos do tipo, vale se perguntar:
Se a resposta for sim, você está diante de gaslighting funcional, mesmo que ela nunca tenha declarado intenção consciente.
4. Frase-síntese para registro
“Ela usava gaslighting em três frentes: doença/depressão para gerar culpa, cobrança intimidadora para manter controle, e encanto momentâneo para confundir e prender meu afeto. O padrão, e não o gesto isolado, é que cria trauma.”
A vaidade excessiva uma das portas da solidão!
Quando passa do ponto ótimo, ela ativa perigosos mecanismos de competição, destruindo todo o sistema de cooperação a dois, fundamental para as relações saudáveis e prósperas!
Valéria Giglio Ferreira, psicóloga e terapeuta de casal e família. 
Uma dúvida: na academia, uma fulana posiciona o celular, para filmar a si mesma, no aparelho.
A partir daí, você tem que fazer uma escolha: ou aparece na filmagem dela ou aguarda, até que ela resolva terminar a performance para você poder usar o aparelho - e o seu treino, no caso, passa a ser de paciência.
Será que estou ficando ranzinza???
Valéria Giglio Ferreira