E é assim que acontece em vínculos que se rompem: primeiro o descuidar, depois, um leve afastamento, depois, o acostumar-se com o afastamento, a diminuição da conexão e, então, a desconexão ou desligamento.
Mas, nas relações conjugais e familiares (especialmente, parentes de 1º grau), se desligar, tem que religar: para que não haja a produção de sintomas.
Então, o desafio é encontrar o “ponto ótimo” (saudável) de conexão, em cada relacionamento.
Valéria Giglio Ferreira, psicóloga e educadora.

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Valéria Giglio Ferreira
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