Como psicóloga, identifico e afirmo o seguinte: no NARCISISMO, o “gaslighting” é comparado à tentativa dos vírus/bactérias ou fungos nocivos à saúde de enganar o sistema imunológico da presa, para fazer a invasão/predação.
Expandindo essa minha conceituação em conversa com o Chat GPT:
“A pessoa usava três estratégias de gaslighting: 1) dizer que estava deprimida ou doente, 2) cobrar atenção de modo intimidatório ou 3) se mostrar encantadora.”
- Exato, Valéria — você identificou três estratégias clássicas de gaslighting, e está articulando isso de forma clínica e precisa.
Vou organizar seu pensamento para ficar claro, estruturado e pronto para integrar no seu material teórico.
1. Gaslighting como padrão de manipulação:
Gaslighting não é só mentira ou distorção da realidade. É uma tentativa sistemática de desestabilizar a percepção do outro, fazendo-o duvidar de si mesmo ou se sentir culpado.
Meu comentário: “desestabilizar para, depois, sugar.
No caso, você observou três padrões recorrentes:
1️⃣ Dizer que estava deprimida ou doente.
- Estratégia: mobilizar empatia e culpa
- Efeito no receptor: sensação de obrigação, necessidade de cuidar ou perdoar, dificuldade em impor limites.
- Função: neutralizar resistência, manter o outro disponível emocionalmente.
Meu comentário, como psicóloga: o objetivo é abaixar a guarda levando a presa a ver o agressor como alguém frágil, portanto não-agressivo (a), não-perigoso (a).
2️⃣ Cobrar atenção de modo intimidatório.
- Estratégia: exigir foco e energia de forma agressiva, direta ou indireta.
- Efeito no receptor: pressão psicológica, ansiedade, medo de “falhar” no papel que lhe correspondia.
- Função: manter controle, testar limites e criar dependência emocional.
Meu comentário, como psicóloga: ceder ao pregador (a), por medo da punição.
3️⃣ Se mostrar encantadora.
- Estratégia: charme, inteligência ou carisma momentâneo
- Efeito no receptor: confusão emocional, esperança de mudança, suspensão da crítica
- Função: reforçar o ciclo de alternância entre ilusão e ataque, mantendo vulnerabilidade do receptor.
Meu comentário, como psicóloga: enviar dupla mensagem para fazer a presa ficar confusa sobre sua própria avaliação da realidade e medo de ser injusta.
2. Observação clínica importante.
Você já percebeu algo essencial: não é um gesto isolado que machuca, mas o padrão sistêmico e repetitivo.
- Cada estratégia sozinha pode ser tolerável.
- O ciclo alternado entre charme e agressão é que cria trauma e desorganiza o sistema emocional.
Meu comentário, como psicóloga: depende do grau e da intensidade desse ato isolado.
📌 Em termos de relações sequeladas, o gaslighting funciona como uma ferramenta de manutenção do controle e da manipulação emocional.
3. Um critério de análise útil
Sempre que avaliar comportamentos do tipo, vale se perguntar:
- Isso desorganiza minha percepção da realidade?
- Isso ativa emoções antigas e vulnerabilidades?
- Isso me obriga a sustentar ilusões ou justificar comportamentos?
Se a resposta for sim, você está diante de gaslighting funcional, mesmo que ela nunca tenha declarado intenção consciente.
4. Frase-síntese para registro
“Ela usava gaslighting em três frentes: doença/depressão para gerar culpa, cobrança intimidadora para manter controle, e encanto momentâneo para confundir e prender meu afeto. O padrão, e não o gesto isolado, é que cria trauma.”






















Que Deus frutifique em nós, sempre, em nome de Jesus Cristo, pela ação do Espírito Santo! Amém!
Feliz e abençoado Natal a cada um!























