Precisamos aceitar as verdades e as mentiras da nossa vida. A libertação está em acolher a realidade e lidar com ela da melhor forma possível.
Valéria Giglio Ferreira, psicóloga. 
Precisamos aceitar as verdades e as mentiras da nossa vida. A libertação está em acolher a realidade e lidar com ela da melhor forma possível.
Valéria Giglio Ferreira, psicóloga. 
NA REAL, desde, os anos 60, em muitos lares, pais e mães largaram seus filhos/as para irem em busca da “sua própria felicidade”, afinal, diziam, “Pai e mãe merecem ser felizes!” e “Têm suas coisas para fazer!”.
Esses mesmos pais e mães, hoje, frequentemente, reclamam de terem sido abandonados, por seus pelos filhos/as.
Não é vingança, é a lógica da vida - que nunca erra na aritmética: ninguém colhe o que não plantou, colhe o que plantou.
Plantou distanciamento e ausência de afeto, colhe distanciamento e ausência de afeto - porque é o que foi semeado no coração desses filhos/as, em relação a eles.
Mas, vamos, lá: pais e mães, merecem a felicidade e o sucesso, sim - claro! -, mas, sem abandonarem suas próprias crias, como, fartamente, ocorreu.
O resultado desse abandono parental: com pouquíssimas exceções, gerações inteiras de filhos/as sofridos e perdidos, sem direcionamento na vida, dominados por todo tipo de abusadores e abusadoras: quando pai e mãe se afastam, os predadores se aproximam.
Vamos reverter isso? Agora!
Valéria Giglio Ferreira, psicóloga.
O BEM E O MAL, segundo seus proprietários, proprietárias e proprietáries (🤪)!
O que me incomoda, nessa questão de gênero, são as imaturidades, a infantilidade dos argumentos, as projeções da sombra de cada um sobre o outro, o maniqueísmo e, finalmente, a incompletude das narrativas ativistas quando, pretensamente, tentam distribuir o bem e do mal, segundo gêneros, desconsiderando que essa dicotomia (mal e bem) é - em diferentes graus evolutivos, sim - intrínseca aos humanos, humanas e (kkk) humanes!
A questão do bem e do mal está ligada aos processos de individuação, aos processos evolutivos próprios de cada um e, não, aos gêneros.
Se o “machismo chauvinista” já era bem ruim, o “feminismo chauvinista” não é em nada melhor - ao contrário, se equivale.
Essa briga dos sexos reflete, somente, uma grande e tola infantilidade, algo incompatível com adultos (as) funcionais.
O caminho não está na divisão, mas na na integração dos opostos.
Valéria Giglio Ferreira
Psicóloga e Psicoeducadora
E é assim que acontece em vínculos que se rompem: primeiro o descuidar, depois, um leve afastamento, depois, o acostumar-se com o afastamento, a diminuição da conexão e, então, a desconexão ou desligamento.
Mas, nas relações conjugais e familiares (especialmente, parentes de 1º grau), se desligar, tem que religar: para que não haja a produção de sintomas.
Então, o desafio é encontrar o “ponto ótimo” (saudável) de conexão, em cada relacionamento.
Valéria Giglio Ferreira, psicóloga e educadora.

RECEITA DA VIDA SAUDÁVEL: RESPONSABILIDADE E DIVERSÃO,
EM QUANTIDADES CERTAS.
Vida saudável implica em uma harmonia entre responsabilidade e diversão: sendo mais responsabilidade do que diversão.
Mas, sem jamais tirar a diversão.
Essa é a realidade, não adianta espernear como uma criancinha: para muita gente, é mais fácil tabular nos extremos - já que encontrar o equilíbrio é um processo sofisticado - decidem ou só trabalhar ou só se divertir.
Trabalho sem diversão, esgota a energia vital, colocando a saúde pessoal em risco.
Diversão sem trabalho, leva à privação do sentido da vida e da realização de potenciais, entre outras.
Sim, a vida pede bom senso em todas as áreas.
Valéria Giglio Ferreira
Psicóloga e Psicoeducadora.
NESSES TEMPOS ATUAIS, A MIM, ESTÁ PARECENDO que, para muita gente, a vida virou uma grande e ininterrupta performance; o que tende a torná-la muito mais palco do que bastidores, muito mais cobertura do que recheio, muito mais felicidade fake do que felicidade real.
Então, de minha parte, não acredito em nenhum tipo felicidade forjada ou forçada. Isso é enjoativo!!! E efêmero! Faz com que as pessoas desperdicem a vida com bobagens.
Ilusões… desmancham-se, tão rapidamente, quanto bolhas de sabão; somente a realidade permanece inteira.
Valéria Giglio Ferreira
Psicóloga e Psicoeducadora.
Muito amor envolvido! Assim como tive a graça de ser resgatada pela Psicologia, me tocou ser instrumento desse resgate para outras pessoas! Muito grata a cada um!
Fiquem sempre com Deus!
MUDE SUA FREQUÊNCIA, MUDE SUA VIDA!
Existem muitos campos vibracionais, aos quais correspondem padrões espirituais, psicológicos e físicos.
Evoluir é sair de uma vibração primitiva/baixa, atravessar o portal da felicidade e se estabelecer, permanecer em um campo vibracional de frequências elevadas.
Ex. sair do campo vibracional de escassez, privações e doenças e entrar em um campo vibracional de abundância, prosperidade e saúde plena!
A fé em Deus, guiada por Jesus Cristo, auxiliada pelos Santos/as e Anjos-da-Guarda é a energia que nos movimenta dos campos sombrios para os campos de luz e bem-aventuranças!
Valéria Giglio Ferreira
- Porque, a maioria dos homens infiéis não deixa a esposa???
- Resposta: porque casamentos são encaixes psíquicos.
#criseconjugaltemjeito
https://www.instagram.com/p/DKxiTKLyoGf/?igsh=aGJmeWF5dWhiemJ4
Muito cuidado com o que denominei “RELAÇÕES DO TIPO VASO SANITÁRIO”: ocorrem quando uma pessoa se recusa a mudar, mas fica defecando suas reclamações na mente dos outros, para aliviar-se, mas, sem a intenção de mudar a si mesmo (a): o erro é, sempre, visto como estando fora.
Depois disso, essa pessoa sai feliz da defecação e os outros intoxicados com os excrementos emocionais alheios.
Valéria GF, psicóloga.
As disfunções e emaranhados familiares bloqueiam - e muito - o desenvolvimento dos membros desses sistemas familiares disfuncionais! Bora, mudar isso!
ESTRATÉGIA DE DOMINAÇÃO BEM CONHECIDA: desorganizar para melhor subjugar.
Destruir a organização da tribo para mais facilmente dominar os indígenas: essa estratégia é do tempo das invasões europeias, nas Américas.
Portugueses faziam isso quando desciam das caravelas para subjugar os índios: tiravam tudo do lugar e acabavam com as referências dos nativos que, desnorteados, ficavam frágeis e domináveis.
Essa é armadilha é velha!
Palhaçada. Conta outra que essa não colou!
Valéria GF., psicóloga e educadora.
CONHECER IMPLICA EM AMPLIAR O OLHAR PARA VER OS DIVERSOS LADOS DA QUESTÃO!
Conhecer algo superficialmente e achar que já sabe tudo disso pode levar a graves equívocos!
Cuidado! Perigo: as redes sociais e, hoje em dia, até algumas escolas e universidades, frequentemente, dão explicações simplistas e superficiais para questões complexas; com isso, as pessoas acham que sabem daquilo que elas só ouviram falar.
Valéria Giglio Ferreira, psicóloga e educadora.
Sabemos, na Psicologia, que grande parte dos distúrbios de alimentação - para mais ou para menos - estão relacionados a uma relação mal-resolvida com a mãe, a despeito das aparências familiares e sociais.
Não me refiro às pessoas especificamente, apenas menciono uma questão teórica e clínica geral, à propósito de excesso ou falta de peso: quando ocorre um caso de anorexia ou pré-anorexia - genericamente falando -, na Psicologia, dizemos que a pessoa vive na chamada "gaiola de cristal": essa pessoa parece livre, entretanto, ao tenta sair da gaiola invisível e de suas amarras, depara-se com robustas grades, geralmente, construídas no vínculo com a figura materna.
Na obesidade, as grades estão dentro, na forma de sobrepeso; na anorexia, as grades estão fora, na gaiola invisível cuja chave fica com uma mãe, geralmente, do tipo dominadora.
Valéria Giglio Ferreira
Psicóloga e Psicoeducadora.
Criei esse conceito - Nostalgia do não - vivido” para nomear aquele conjunto de lembranças dia potências não vividos, como semente que se giram sem nunca terem podido brotar…
“Nostalgia do não-vivido”: presente em todas as despedias, especialmente, quando mudamos de fase…
Valéria Giglio Ferreira, psicóloga e Psicoeducadora.
O “NÃO FUNCIONAL”:
Quando pai e mãe dizem NÃO, esse NÃO precisa sinalizar um limite real e adequado; então, esse pai e essa mãe precisam ser capazes de sustentar seu NÃO FUNCIONAL, com firmeza e gentileza.
Dá trabalho! Mas, não educar dá mais trabalho! Só muda o momento!
Do contrário, se eles cedem e autorizam o que levaria ao desvio do caminho educativo, eles perderão toda a credibilidade em sua capacidade de educar funcionalmente, diante de seus filhos e filhas, tornando o seu NÃO fraco em ato deseducativo e objeto de chacota.
Se você diz o NÃO FUNCIONAL - aquele adequado, explicado e no lugar certo - mas, cede, você está mandando dupla mensagem e confundindo a cabeça de seu filho (a).
Nesse caso, o desrespeito intrafamiliar, não tardaria.
Educar dá trabalho. Não educar dá mais trabalho!
Valéria Giglio Ferreira, educadora e psicóloga.
Sabemos, na Psicologia, que grande parte dos distúrbios de alimentação - para mais ou para menos - estão relacionados a uma relação não/mal/resolvida com a mãe, a despeito das aparências familiares e sociais.
Não me refiro às pessoas, especificamente, apenas menciono uma questão teórica e clínica geral, à propósito de excesso ou falta de peso.
Por exemplo, quando ocorre um caso de anorexia ou pré-anorexia - genericamente falando -, na Psicologia, dizemos que a pessoa vive na chamada “gaiola de cristal”: essa pessoa parece livre, entretanto, ao tenta sair da gaiola invisível e de suas amarras, depara-se com robustas grades, geralmente, construídas no vínculo com a figura materna.
Na obesidade, as grades estão dentro, na forma de sobrepeso; na anorexia, as grades estão fora, na gaiola invisível cuja chave fica com uma mãe, geralmente, do tipo dominadora.
Valéria Giglio Ferreira, psicóloga e psicoeducadora. #amarcursosparacasalefamília #valériagiglioferreirapsicóloga
Como psicóloga, identifico e afirmo o seguinte: no NARCISISMO, o “gaslighting” é comparado à tentativa dos vírus/bactérias ou fungos nocivos à saúde de enganar o sistema imunológico da presa, para fazer a invasão/predação.
Expandindo essa minha conceituação em conversa com o Chat GPT:
“A pessoa usava três estratégias de gaslighting: 1) dizer que estava deprimida ou doente, 2) cobrar atenção de modo intimidatório ou 3) se mostrar encantadora.”
Vou organizar seu pensamento para ficar claro, estruturado e pronto para integrar no seu material teórico.
1. Gaslighting como padrão de manipulação:
Gaslighting não é só mentira ou distorção da realidade. É uma tentativa sistemática de desestabilizar a percepção do outro, fazendo-o duvidar de si mesmo ou se sentir culpado.
Meu comentário: “desestabilizar para, depois, sugar.
No caso, você observou três padrões recorrentes:
1️⃣ Dizer que estava deprimida ou doente.
Meu comentário, como psicóloga: o objetivo é abaixar a guarda levando a presa a ver o agressor como alguém frágil, portanto não-agressivo (a), não-perigoso (a).
2️⃣ Cobrar atenção de modo intimidatório.
Meu comentário, como psicóloga: ceder ao pregador (a), por medo da punição.
3️⃣ Se mostrar encantadora.
Meu comentário, como psicóloga: enviar dupla mensagem para fazer a presa ficar confusa sobre sua própria avaliação da realidade e medo de ser injusta.
2. Observação clínica importante.
Você já percebeu algo essencial: não é um gesto isolado que machuca, mas o padrão sistêmico e repetitivo.
Meu comentário, como psicóloga: depende do grau e da intensidade desse ato isolado.
📌 Em termos de relações sequeladas, o gaslighting funciona como uma ferramenta de manutenção do controle e da manipulação emocional.
3. Um critério de análise útil
Sempre que avaliar comportamentos do tipo, vale se perguntar:
Se a resposta for sim, você está diante de gaslighting funcional, mesmo que ela nunca tenha declarado intenção consciente.
4. Frase-síntese para registro
“Ela usava gaslighting em três frentes: doença/depressão para gerar culpa, cobrança intimidadora para manter controle, e encanto momentâneo para confundir e prender meu afeto. O padrão, e não o gesto isolado, é que cria trauma.”
A vaidade excessiva uma das portas da solidão!
Quando passa do ponto ótimo, ela ativa perigosos mecanismos de competição, destruindo todo o sistema de cooperação a dois, fundamental para as relações saudáveis e prósperas!
Valéria Giglio Ferreira, psicóloga e terapeuta de casal e família. 