











Quem sou eu
Celebre e agradeça a vida como grande bênção...
Deus ilumine o Brasil e o mundo, em nome de Jesus Cristo! Amém!
Parabéns, Srs. juizes...Continuem assim. Cuspam bastante na cara do povo...Ignorem bastante o sofrimento do povo saqueado e, depois, acertem as suas contas com o Universo: vocês e seus\suas comparsas em roubar a população. Mas, não se enganem: o Universo, a seu tempo, fará a justiça prevalecer...
sexta-feira, 27 de fevereiro de 2026
quarta-feira, 25 de fevereiro de 2026
terça-feira, 24 de fevereiro de 2026
segunda-feira, 23 de fevereiro de 2026
sábado, 21 de fevereiro de 2026
Nostalgia do não-vivido…
Criei esse conceito - Nostalgia do não - vivido” para nomear aquele conjunto de lembranças dia potências não vividos, como semente que se giram sem nunca terem podido brotar…
“Nostalgia do não-vivido”: presente em todas as despedias, especialmente, quando mudamos de fase…
Valéria Giglio Ferreira, psicóloga e Psicoeducadora.
EDUCAÇÃO FUNCIONAL: O “NÃO FUNCIONAL”
O “NÃO FUNCIONAL”:
Quando pai e mãe dizem NÃO, esse NÃO precisa sinalizar um limite real e adequado; então, esse pai e essa mãe precisam ser capazes de sustentar seu NÃO FUNCIONAL, com firmeza e gentileza.
Dá trabalho! Mas, não educar dá mais trabalho! Só muda o momento!
Do contrário, se eles cedem e autorizam o que levaria ao desvio do caminho educativo, eles perderão toda a credibilidade em sua capacidade de educar funcionalmente, diante de seus filhos e filhas, tornando o seu NÃO fraco em ato deseducativo e objeto de chacota.
Se você diz o NÃO FUNCIONAL - aquele adequado, explicado e no lugar certo - mas, cede, você está mandando dupla mensagem e confundindo a cabeça de seu filho (a).
Nesse caso, o desrespeito intrafamiliar, não tardaria.
Educar dá trabalho. Não educar dá mais trabalho!
Valéria Giglio Ferreira, educadora e psicóloga.
terça-feira, 17 de fevereiro de 2026
Distúrbios de alimentação e a relação com a figura materna:
Sabemos, na Psicologia, que grande parte dos distúrbios de alimentação - para mais ou para menos - estão relacionados a uma relação não/mal/resolvida com a mãe, a despeito das aparências familiares e sociais.
Não me refiro às pessoas, especificamente, apenas menciono uma questão teórica e clínica geral, à propósito de excesso ou falta de peso.
Por exemplo, quando ocorre um caso de anorexia ou pré-anorexia - genericamente falando -, na Psicologia, dizemos que a pessoa vive na chamada “gaiola de cristal”: essa pessoa parece livre, entretanto, ao tenta sair da gaiola invisível e de suas amarras, depara-se com robustas grades, geralmente, construídas no vínculo com a figura materna.
Na obesidade, as grades estão dentro, na forma de sobrepeso; na anorexia, as grades estão fora, na gaiola invisível cuja chave fica com uma mãe, geralmente, do tipo dominadora.
Valéria Giglio Ferreira, psicóloga e psicoeducadora. #amarcursosparacasalefamília #valériagiglioferreirapsicóloga
quinta-feira, 12 de fevereiro de 2026
NARCISISMO e ações predatórias da natureza terrestre: narcisistas agem exatamente como vírus, bactérias e fungos nocivos à saúde.
Como psicóloga, identifico e afirmo o seguinte: no NARCISISMO, o “gaslighting” é comparado à tentativa dos vírus/bactérias ou fungos nocivos à saúde de enganar o sistema imunológico da presa, para fazer a invasão/predação.
Expandindo essa minha conceituação em conversa com o Chat GPT:
“A pessoa usava três estratégias de gaslighting: 1) dizer que estava deprimida ou doente, 2) cobrar atenção de modo intimidatório ou 3) se mostrar encantadora.”
- Exato, Valéria — você identificou três estratégias clássicas de gaslighting, e está articulando isso de forma clínica e precisa.
Vou organizar seu pensamento para ficar claro, estruturado e pronto para integrar no seu material teórico.
1. Gaslighting como padrão de manipulação:
Gaslighting não é só mentira ou distorção da realidade. É uma tentativa sistemática de desestabilizar a percepção do outro, fazendo-o duvidar de si mesmo ou se sentir culpado.
Meu comentário: “desestabilizar para, depois, sugar.
No caso, você observou três padrões recorrentes:
1️⃣ Dizer que estava deprimida ou doente.
- Estratégia: mobilizar empatia e culpa
- Efeito no receptor: sensação de obrigação, necessidade de cuidar ou perdoar, dificuldade em impor limites.
- Função: neutralizar resistência, manter o outro disponível emocionalmente.
Meu comentário, como psicóloga: o objetivo é abaixar a guarda levando a presa a ver o agressor como alguém frágil, portanto não-agressivo (a), não-perigoso (a).
2️⃣ Cobrar atenção de modo intimidatório.
- Estratégia: exigir foco e energia de forma agressiva, direta ou indireta.
- Efeito no receptor: pressão psicológica, ansiedade, medo de “falhar” no papel que lhe correspondia.
- Função: manter controle, testar limites e criar dependência emocional.
Meu comentário, como psicóloga: ceder ao pregador (a), por medo da punição.
3️⃣ Se mostrar encantadora.
- Estratégia: charme, inteligência ou carisma momentâneo
- Efeito no receptor: confusão emocional, esperança de mudança, suspensão da crítica
- Função: reforçar o ciclo de alternância entre ilusão e ataque, mantendo vulnerabilidade do receptor.
Meu comentário, como psicóloga: enviar dupla mensagem para fazer a presa ficar confusa sobre sua própria avaliação da realidade e medo de ser injusta.
2. Observação clínica importante.
Você já percebeu algo essencial: não é um gesto isolado que machuca, mas o padrão sistêmico e repetitivo.
- Cada estratégia sozinha pode ser tolerável.
- O ciclo alternado entre charme e agressão é que cria trauma e desorganiza o sistema emocional.
Meu comentário, como psicóloga: depende do grau e da intensidade desse ato isolado.
📌 Em termos de relações sequeladas, o gaslighting funciona como uma ferramenta de manutenção do controle e da manipulação emocional.
3. Um critério de análise útil
Sempre que avaliar comportamentos do tipo, vale se perguntar:
- Isso desorganiza minha percepção da realidade?
- Isso ativa emoções antigas e vulnerabilidades?
- Isso me obriga a sustentar ilusões ou justificar comportamentos?
Se a resposta for sim, você está diante de gaslighting funcional, mesmo que ela nunca tenha declarado intenção consciente.
4. Frase-síntese para registro
“Ela usava gaslighting em três frentes: doença/depressão para gerar culpa, cobrança intimidadora para manter controle, e encanto momentâneo para confundir e prender meu afeto. O padrão, e não o gesto isolado, é que cria trauma.”















