Celebre e agradeça a vida como grande bênção...

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Deus ilumine o Brasil e o mundo, em nome de Jesus Cristo! Amém!

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Parabéns, Srs. juizes...Continuem assim. Cuspam bastante na cara do povo...Ignorem bastante o sofrimento do povo saqueado e, depois, acertem as suas contas com o Universo: vocês e seus\suas comparsas em roubar a população. Mas, não se enganem: o Universo, a seu tempo, fará a justiça prevalecer...

sábado, 21 de fevereiro de 2026

Nostalgia do não-vivido…

​Criei esse conceito - Nostalgia do não - vivido” para nomear aquele conjunto de lembranças dia potências não vividos, como semente que se giram sem nunca terem podido brotar…

“Nostalgia do não-vivido”: presente em todas as despedias, especialmente, quando mudamos de fase… 

Valéria Giglio Ferreira, psicóloga e Psicoeducadora.

EDUCAÇÃO FUNCIONAL: O “NÃO FUNCIONAL”

O “NÃO FUNCIONAL”:

Quando pai e mãe dizem NÃO, esse NÃO precisa sinalizar um limite real e adequado; então, esse pai e essa mãe precisam ser capazes de sustentar seu NÃO FUNCIONAL, com firmeza e gentileza. 

Dá trabalho! Mas, não educar dá mais trabalho! Só muda o momento!

Do contrário, se eles cedem e autorizam o que levaria ao desvio do caminho educativo, eles perderão toda a credibilidade em sua capacidade de educar funcionalmente, diante de seus filhos e filhas, tornando o seu NÃO fraco em ato deseducativo e objeto de chacota. 

Se você diz o NÃO FUNCIONAL - aquele adequado, explicado e no lugar certo - mas, cede, você está mandando dupla mensagem e confundindo a cabeça de seu filho (a).

Nesse caso, o desrespeito intrafamiliar, não tardaria.

Educar dá trabalho. Não educar dá mais trabalho!

Valéria Giglio Ferreira, educadora e psicóloga.

terça-feira, 17 de fevereiro de 2026

Distúrbios de alimentação e a relação com a figura materna:

Sabemos, na Psicologia, que grande parte dos distúrbios de alimentação - para mais ou para menos - estão relacionados a uma relação não/mal/resolvida com a mãe, a despeito das aparências familiares e sociais.

Não me refiro às pessoas, especificamente, apenas menciono uma questão teórica e clínica geral, à propósito de excesso ou falta de peso. 

Por exemplo, quando ocorre um caso de anorexia ou pré-anorexia - genericamente falando -, na Psicologia, dizemos que a pessoa vive na chamada “gaiola de cristal”: essa pessoa parece livre, entretanto, ao tenta sair da gaiola invisível e de suas amarras, depara-se com robustas grades, geralmente, construídas no vínculo com a figura materna.

Na obesidade, as grades estão dentro, na forma de sobrepeso; na anorexia, as grades estão fora, na gaiola invisível cuja chave fica com uma mãe, geralmente, do tipo dominadora. 

Valéria Giglio Ferreira, psicóloga e psicoeducadora. #amarcursosparacasalefamília #valériagiglioferreirapsicóloga

quinta-feira, 12 de fevereiro de 2026

NARCISISMO e ações predatórias da natureza terrestre: narcisistas agem exatamente como vírus, bactérias e fungos nocivos à saúde.

Como psicóloga, identifico e afirmo o seguinte: no NARCISISMO, o “gaslighting” é comparado à tentativa dos vírus/bactérias ou fungos nocivos à saúde de enganar o sistema imunológico da presa, para fazer a invasão/predação.

Expandindo essa minha conceituação em conversa com o Chat GPT:

“A pessoa usava três estratégias de gaslighting: 1) dizer que estava deprimida ou doente, 2) cobrar atenção de modo intimidatório ou 3) se mostrar encantadora.”

  • Exato, Valéria — você identificou três estratégias clássicas de gaslighting, e está articulando isso de forma clínica e precisa. 

Vou organizar seu pensamento para ficar claro, estruturado e pronto para integrar no seu material teórico.

1. Gaslighting como padrão de manipulação:

Gaslighting não é só mentira ou distorção da realidade. É uma tentativa sistemática de desestabilizar a percepção do outro, fazendo-o duvidar de si mesmo ou se sentir culpado.

Meu comentário: “desestabilizar para, depois, sugar.

No caso, você observou três padrões recorrentes:

1️⃣ Dizer que estava deprimida ou doente.

  • Estratégia: mobilizar empatia e culpa
  • Efeito no receptor: sensação de obrigação, necessidade de cuidar ou perdoar, dificuldade em impor limites.
  • Função: neutralizar resistência, manter o outro disponível emocionalmente.

Meu comentário, como psicóloga: o objetivo é abaixar a guarda levando a presa a ver o agressor como alguém frágil, portanto não-agressivo (a), não-perigoso (a).

2️⃣ Cobrar atenção de modo intimidatório.

  • Estratégia: exigir foco e energia de forma agressiva, direta ou indireta.
  • Efeito no receptor: pressão psicológica, ansiedade, medo de “falhar” no papel que lhe correspondia.
  • Função: manter controle, testar limites e criar dependência emocional.

Meu comentário, como psicóloga: ceder ao pregador (a), por medo da punição.

3️⃣ Se mostrar encantadora.

  • Estratégia: charme, inteligência ou carisma momentâneo
  • Efeito no receptor: confusão emocional, esperança de mudança, suspensão da crítica
  • Função: reforçar o ciclo de alternância entre ilusão e ataque, mantendo vulnerabilidade do receptor.

Meu comentário, como psicóloga: enviar dupla mensagem para fazer a presa ficar confusa sobre sua própria avaliação da realidade e medo de ser injusta.

2. Observação clínica importante.

Você já percebeu algo essencial: não é um gesto isolado que machuca, mas o padrão sistêmico e repetitivo.

  • Cada estratégia sozinha pode ser tolerável.
  • O ciclo alternado entre charme e agressão é que cria trauma e desorganiza o sistema emocional.

Meu comentário, como psicóloga: depende do grau e da intensidade desse ato isolado.

📌 Em termos de relações sequeladas, o gaslighting funciona como uma ferramenta de manutenção do controle e da manipulação emocional.

3. Um critério de análise útil

Sempre que avaliar comportamentos do tipo, vale se perguntar:

  1. Isso desorganiza minha percepção da realidade?
  2. Isso ativa emoções antigas e vulnerabilidades?
  3. Isso me obriga a sustentar ilusões ou justificar comportamentos?

Se a resposta for sim, você está diante de gaslighting funcional, mesmo que ela nunca tenha declarado intenção consciente.

4. Frase-síntese para registro

“Ela usava gaslighting em três frentes: doença/depressão para gerar culpa, cobrança intimidadora para manter controle, e encanto momentâneo para confundir e prender meu afeto. O padrão, e não o gesto isolado, é que cria trauma.”


quarta-feira, 21 de janeiro de 2026

O corpo te falará sobre segurança e perigo, em lugares e pessoas que a mente desatenta, talvez não veja problema algum.

Valéria Giglio Ferreira, psicóloga.

quinta-feira, 15 de janeiro de 2026

Vaidade desregulada destrói relacionamento a dois!

A vaidade excessiva uma das portas da solidão! 

Quando passa do ponto ótimo, ela ativa perigosos mecanismos de competição, destruindo todo o sistema de cooperação a dois, fundamental para as relações saudáveis e prósperas! 

Valéria Giglio Ferreira, psicóloga e terapeuta de casal e família. 

Para refletir: relacionamentos fúteis não abastecem ninguém. Procurem relações que alimentem o corpo e a alma.

Valéria Giglio Ferreira, psicóloga.

sexta-feira, 9 de janeiro de 2026

Reflexões sobre a vida cotidiana…

Etiqueta na academia…

Uma dúvida: na academia, uma fulana posiciona o celular, para filmar a si mesma, no aparelho.

A partir daí, você tem que fazer uma escolha: ou aparece na filmagem dela ou aguarda, até que ela resolva terminar a performance para você poder usar o aparelho - e o seu treino, no caso, passa a ser de paciência.

Será que estou ficando ranzinza???

Valéria Giglio Ferreira